A voz do Sindsaúde ecoa junto ao grito dos excluídos!

Hoje 7 de setembro de 2019, Dia da Independência do Brasil, vivemos num país capitalista e corrupto, será que temos algo pra comemorar? Logo pela manhã, às 8 horas, os diretores do Sindsaude Rudenil, Ricardo, Índio, Moises, Ivan Miguel, Maria Do Carmo, Socorro Silva, Neide Calado, Rejane e Haniel Nunes, junto com a CUT, as centrais sindicais, os estudantes e os movimentos sociais, já estavam concentrados em plena praça do Derby em Recife, em seguida saíram em caminhada pela Av. Agamenon Magalhães onde participaram da 25° edição do Grito dos Excluídos, cujo tema: Esse Sistema não Vale: Lutamos por justiça, direitos e liberdade. Em Serra Talhada quem representou o Sindsaude no grito dos excluídos, foram as diretoras Jozyêda, Neves e Edneuza. O sindicato estará sempre presente, em defesa da inclusão social. O sindicato não poderia ficar de fora desse movimento, inclusive com um tema que é a bandeira do Sindsaude, essa direção desde que assumiu o mandato sempre lutou por justiça, direitos e liberdade. Sempre esteve na busca de um país mais justo e igualitário, acreditando que só com uma política de inclusão social, poderemos abrir caminhos alternativos para uma sociedade mais inclusiva. Desde 1995 que o Grito dos Excluídos ecoa por todo Brasil, o pontapé inicial desse movimento foi puxado pela igreja católica, mas essa é a bandeira de todo aquele que tem um coração fraterno e humano. Que o grito possa ecoar para além do infinito, ultrapassar as fronteiras, levando uma mensagem de paz, esperança e fé, de uma classe tão sofrida mas responsável, trabalhadora e honesta. Assim como o grito do Ipiranga chegou até Portugal e toda Europa, que o grito dos excluídos chegue até o congresso brasileiro, e possa abrir os olhos desses partidos políticos que são aliados a esse governo e ao sistema capitalista. Que o congresso brasileiro entenda que queremos apenas justiça, direitos e liberdade. O grito é puxado por aquelas pessoas que sempre sofreram desigualdade e exclusão social, gerada pela miséria, injustiça e exploração econômica desse governo, e é essa classe trabalhadora que vem carregando o país nas costas. Para a presidenta Mirian Soares o sindicato sempre esteve na busca por direitos, igualdade e inclusão social, mas o que esperar de um governo que só dá ouvidos aos patrões, empresários e burgueses? Esse grito que ecoa não é só dá igreja, é da CUT, das centrais sindicais, dos estudantes, dos movimentos sociais e do Sindsaude. Juntos somos mais fortes. Pense nisso….

Haniel Nunes – Secretaria de Comunicação e Imprensa

 

Este slideshow necessita de JavaScript.